terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval "A festa de Carne"


"O vale tudo da carne"

E assim chegamos em mais um fim de Carnaval
Como sempre, as pessoas se prepararam por 1 ano para este dia
Enquanto alguns fizeram dieta para entrar em suas fantasias,
outros deixaram de comer para poder pagar por elas. É Carnaval!

Se sacrificaram durante todo o desfile, carregando as pesadas fantasias,
que em muitos casos chegam a causar dor e feridas.
As multidões vão seguindo, bebendo, dançando, pulando e cantando,
são os foliões! É Carnaval!

Pessoas se entregam aos desejos carnais,
Sexo, Drogas, Bebidas e tudo o que tiver direito,
afinal, o que importa é agradar a carne, pois é Carnaval!

Amanhã é quarta-feira de cinzas, muitos chegarão às missas,
acreditando que os pecados e todos os tipos de exageros cometidos serão reduzidos à cinzas. Quanta HIPOCRISIA!

Será que vale a pena mesmo fazer parte deste ritual que se repete ano após ano?
Vale a pena desobedecer a Deus durante todos esses dias?
O que te faz pensar que DEUS dá um "desconto" por seus pecados por se tratar de um Carnaval? Seria Deus um adepto do Carnaval?!
HIPÓCRITAS!

Vejam o que a palavra de DEUS diz sobre essas práticas:
(Apocalipse 21:8) - Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos FORNICADORES, e aos feiticeiros, e aos IDÓLATRAS e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

(Efésios 4:17 ao 19) E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente.
Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração;
Os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez COMETEREM TODA A IMPUREZA.


Talvez esta seja a sua condição hoje, mas A Palavra do SENHOR tem uma boa notícia pra você: (Marcos 1:15) Disse Jesus: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.

A quarta-feira de cinzas não pode apagar seus pecados, nem reduzi-los a pó. Um Pastor não pode fazer isso por você, nem Padre e muito menos um Pai de Santo.

Só JESUS pode te libertar da escravidão do Pecado:
(João 14:6)Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Arrependa-se enquanto é tempo, pois O FIM É PRÓXIMO.


(Por: Vinicius Fratucci)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A pecaminosa intolerância dos evangélicos

Era um dia como outro qualquer no seminário teológico em que eu dava aula. De repente, em meio aos debates da classe, uma irmã soltou o comentário: “Ah, professor, porque na época em que eu era da Igreja Sorveteriana…”. Eu parei, de início sem entender. Mas, enfim, caiu a ficha. O seminário pertencia a uma denominação pentecostal. E a referência que aquela irmã estava fazendo era à Igreja Presbiteriana. O trocadilho ficou por conta da intolerância que existe da parte dos pentecostais com as igrejas tradicionais que, segundo eles, são “frias” (como um sorvete, na lógica da piada). Então a totalmente bíblica, séria e relevante Igreja Presbiteriana virou… sorveteriana. Esse episódio, aparentemente bobo, ocorreu há alguns anos, mas ficou marcado na minha memória. Pois, naquele dia, eu tive de admitir algo que é muito doloroso para um cristão: nós, evangélicos, somos intolerantes. Aliás, muito intolerantes.

Pronto: agora você que, como eu, é evangélico, ficou chateado ou revoltado comigo, porque fiz essa afirmação. “Imagina, Zágari, somos o povo de Deus, a noiva do Cordeiro, embora odiemos o pecado amamos o pecador, como você ousa dizer que somos intolerantes?! Intolerantes são os islâmicos, os talibãs, os ateus, os hindus, os neonazistas… nós jamais!”. Bem, lamento te dizer que Papai Noel não existe, mas se por acaso você pensou qualquer coisa parecida com isso… esse seu simples pensamento já comprova a minha afirmação. Por quê? Porque você não suportou o fato de eu ter essa opinião, se ela diverge da sua. Para comprovar isso basta abrir o dicionário e ler a definição de intolerante: “Aquele que não pode suportar as crenças e as opiniões alheias, se divergem das suas“.

Olhe em volta. Leia o que é escrito todos os dias nas redes sociais cristãs. Ouça o que os telepastores dizem. Sente para comer uma pizza com os irmãos da sua igreja e escute o que eles falam sobre as outras denominações. O que você vai encontrar é um oceano de intolerância. E não estou falando de intolerância contra o pecado, contra grupos gays, contra o governo. Estou falando de intolerância contra outros membros do próprio Corpo de Cristo. Ou seja: a Igreja tornou-se intolerante com a Igreja. A mão não suporta que o pé tenha cinco dedos, o pé não suporta que a barriga tenha umbigo e a barriga não suporta a crença da boca de que ela tem 32 dentes.

De um lado, por exemplo, você tem pentecostais, que não toleram as igrejas históricas. Porque, afinal, batistas, presbiterianos, metodistas e outros ditos “tradicionais” de repente não batem palmas em seus cultos, não falam em línguas estranhas em voz alta, não ficam gritando “glória” e “aleluia” na hora da pregação, não expulsam demônios e outras coisas mais. Graças a coisas como essas, o pentecostal no mínimo coleciona piadinhas que desmerecem as crenças e práticas dos tradicionais – isso quando não fazem acusações sérias sobre eles, como as de “não darem lugar ao Espírito” ou serem igrejas “sem poder”. Algum pentecostal aí vai dizer que isso não acontece? Fato é que nós, pentecostais, não suportamos as crenças e as opiniões dos tradicionais. E se intolerante é aquele que não pode suportar as crenças e as opiniões alheias, se divergem das suas, perdoe-me, mas nos encaixamos direitinho na definição do dicionário. E falo como pentecostal que sou.

Por outro lado, há os tradicionais, que não suportam o tipo de culto dos pentecostais, segundo eles “sem ordem nem decência”. Não suportam a crença de que os dons – como o de profecia e o de variedade de línguas – permanecem atuantes nos nossos dias. Muitos não aceitam expressões mais expansivas de louvor e demonstrações de adoração que saiam de uma liturgia que deve seguir estritamente sua opinião de como uma liturgia deve ser – de preferência descrita direitinho num boletim. E se intolerante é aquele que não pode suportar as crenças e as opiniões alheias, se divergem das suas… olha o dicionário pondo o dedo na cara dos tradicionais.

E isso é só a ponta do iceberg. Os adeptos da Missão Integral se irritam profundamente com os cristãos que não botam fé em seu modelo de ação global junto à sociedade. Os que são contra a Missão Integral os acusam de marxismo travestido de cristianismo. A Igreja Emergente não suporta a opinião dos ortodoxos e os ortodoxos discordam veementemente das crenças de miscigenação igreja-sociedade da Igreja Emergente. Quem ama “Love wins” acusa John Piper de não ter amor. Quem gosta de John Piper não tolera o suposto universalismo de Rob Bell. Os teólogos da Teologia Relacional não suportam a crença de que Deus está no controle das catástrofes mundiais e quem defende a soberania de Deus sobre tudo o que ocorre no mundo não suporta a opinião dos defensores da Teologia Relacional. Os desigrejados não suportam a Igreja institucional e quem frequenta a Igreja institucional não suporta a opinião da igreja dos sem-igreja. Os arminianos não suportam as crenças dos calvinistas e os calvinistas pensam que arminianismo é uma tremenda ignorância teologica.

E por aí vai.

Haveria muito mais a dizer e a comparar, muito mais setores, divisões e facções dentro da Igreja Evangélica. Mas creio que você já conseguiu captar o espírito da coisa, não preciso ficar listando tudo aqui. A verdade é que a Igreja Evangélica tem demonstrado uma gigantesca intolerância em suas ramificações, pois “não pode suportar as crenças e as opiniões alheias, se divergem das suas”.

A grande questão

E direito de cada um crer no que quiser. Algumas das teologias que mencionei acima eu considero heresias, outras considero posturas equivocadas. Mas a grande questão é: como lido com isso? Como trato os irmãos que discordam de mim? (E repare que os chamei de irmãos, apesar das divergências). O cerne do problema está no trecho da definição do dicionário de intolerante que se refere a “não poder suportar”. Pois “não poder suportar” se traduz na prática como sendo algo com que é impossível de se lidar. E, por isso, já que é impossível lidar de modo racional, faz-se da forma mais primitiva, instintiva e animalesca que é possível a um ser humano: com ofensas, agressões, destratos, acusações, ad hominem, piadinhas de mau gosto, demerecimento do que é importante para o outro e por aí vai. E tudo isso, meu irmão, minha irmã… é um comportamento mundano. E, logo, é pecado.

Sim, é pecado, pois as Sagradas Escrituras deixam claro:

“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo” (Lucas 10.27).
“E se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (Romanos 13.9b).
“Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5.14).

Sim: a intolerância exclui o amor.

Ou seja: na maioria dos casos a nossa discordância se torna intolerância e a intolerância se torna o pecado da falta de amor ao próximo. E como um abismo chama outro abismo, o passo seguinte à falta de amor ao próximo é outro grande pecado que tem assolado a Igreja Evangélica brasileira: desunião. Mas sobre isso falarei em outro artigo.

Sim, eu e você somos intolerantes. E, consequentemente, arrogantes. E, consequentemente, pecadores. Está mais do que na hora de deixarmos essa intolerância, essa arrogância e esse pecado de lado. E a única forma para alcançarmos esse objetivo é passarmos a ser aqueles que podem SIM suportar as crenças e as opiniões alheias, mesmo se divergem das nossas. E isso só será possível se nos concentrarmos no que é comum a todos os membros do Corpo de Cristo, seja a mão, o pé, o olho, o duodeno ou o pâncreas: o DNA que todos esses membros carregam em si: Cristo. Seus ensinamentos e mandamentos. Dar a outra face. Andar a segunda milha. Ajudar o inimigo ferido. Tomar a própria cruz e segui-lo. Viver a espiritualidade plena que o Evangelho propõe. Chegade intolerância. Chega de perder tempo discutindo bobagens. Chega de defender com orgulho besta o seu ponto de vista. Ouça mais. Fale menos. Pare de ser o dono da verdade e esteja aberto a outras possibilidades. Se te acusarem, responda com gentilezas. Ame quem discorda de você. No mínimo, trate-o com amor e respeito. Discuta ideias, não ofenda pessoas.

Últimas palavras

Oremos todos por isso. Ajamos nesse sentido. Para que abandonemos imbecilidades como chamar aqueles que são diferentes de nós de “sorveterianos”. Pois isso não é uma piadinha sem maldade. É sintoma de uma doença grave, que tem infectado a Igreja Evangélica: o câncer da intolerância. E que provoca efeitos colaterais demoníacos, como a falta de amor. É isso é algo muito sério, e que fazemos aos montes, seja falando mal de um ou outro numa twitcam, num tweet, no facebook, no youtube, nos corredores da igreja ou na roda dos escarnecedores. Se você age com essa irreverência, chega. Basta. Promova a unidade que Jesus pediu em oração ao Pai que tivéssemos. Esse é o meu e o seu papel. Pois só assim seremos uma Igreja que começa a engatinhar rumo à tolerância que Jesus espera de nós.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

dica do Robson Mioto, extraído de PAVABLOG.COM

sábado, 15 de outubro de 2011

Fome de Deus - Deixando o Pessimismo de lado

"Um homem rico e megalomaníaco realizava uma festa todos os anos e convidava o povo para participar. Um dos atrativos da festa era o pau de sebo. No topo de um mastro untado de sebo (substância graxa e firme, retirada das vísceras de determinados animais), colocava-se uma caixa contendo dinheiro e comida. O alto poste ficava escorregadio e liso, mas a ambição pela gorda recompensa motivava centenas de jovens à aventura. Dezenas deles se arriscavam a subir, e quando chegavam ao meio do poste, deslizavam e caíam no chão, para o alarido da multidão e diversão do dono da festa.

Quando todos já estavam desanimados, pensando que o alvo fosse inatingível, resolveram chamar um conhecido alpinista, acostumado a grandes desafios. Quando ele chegou, o povo o aplaudiu, e todos acreditavam que ele alcançaria o topo do mastro e colocaria a mão no polpudo maço de dinheiro e na caixa de alimentos. O atleta veterano olhou o poste besuntado de sebo, olhou a recompensa no topo do poste, e encorajado pelo grito da mutidão, começou a sua aventura. Enquanto avançava para as alturas, o povo em coro gritava: "sobe, sobe, sobe..." porém, quando ele atingiu uns dez metros, não resistiu, escorregou e foi ao chão. A multidão o incentivou novamente, e ele, concentrando-se melhor partiu para a sua segunda aventura. Na escalada, conseguiu subir uns quinze metros, mas escorregou e foi ao chão novamente. Desta vez, sentiu-se humilhado. Todo mundo que cai sente-se humilhado.

Refletindo, o alpinista disse para o povo: " É impossível alguém subir neste poste escorregadio. A única solução é pedir ao dono da festa que diminua o tamanho do poste. Essa brincadeira é uma ofensa para todos nós." Enquanto arrazoava com o povo, chegou um garoto franzino, descalço, descamisado. Com os olhos cheios de brilho, olhou para o alvo e viu a caixa de alimento e o maço de dinheiro. Sem titubear, abraçou o poste e começou a subir. O povo incrédulo começou a gritar: "Desce, desce, você não vai conseguir. Ninguém consegue. Nós vamos pedir para encurtar o poste." Mas, quanto mais a multidão o desencorajava, mais ele subia. Seus olhos estavam fitos no alvo, e vencendo as dificuldades, aproximava-se cada vez mais da recompensa. Para espanto de todos, o menino alcançou o topo e pegou o maço de dinheiro, pegou a caixa de alimentos, desceu e saiu correndo para casa.

O alpinista, aturdido com o feito extraordinário, foi atrás do menino. Ele morava em uma favela. Ao chegar à casa do garoto, a família estava festejando a façanha. O atleta, então, querendo saber o segredo do menino, perguntou ao seu pai: "Qual é a técnica que ele usa? Será o ângulo do seu joelho? A Maneira como usa os braços? A inclinação do pescoço? Qual é o segredo dele avançar rumo ao alvo, mesmo quando a multidão gritava para ele descer?" O pai, então respondeu: "Dois são os segredos que levaram meu filho ao topo do mastro: primeiro, foi a fome! Ele estava com fome. Essa é a nossa primeira refeição do dia." Então, o alpinista indagou: "Mas, como ele resistiu àquela pressão popular para desistir?". O pai disse: "É que ele é surdo!".

No dia que a fome de Deus for maior do que a fome por comida, por dinheiro, por fama e reconhecimento, então poderemos experimentar as maravilhas de nosso Criador. Mas precisamos também tapar os ouvidos ao clamor pessimista daqueles que nos dizem que não vamos conseguir, que a crise vai nos vencer,e que jamais Ele nos dará pão com fartura.

Fonte: Livro FOME DE DEUS

domingo, 28 de agosto de 2011

Servir a DEUS - Esse é o nosso negócio!

Existem muitos gurus que sabem dar respostas profundas e criativas às grandes questões sobre o mercado de trabalho atual. Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

1ª) Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Quanto mais conhecimento acumulamos, mais entendemos que ainda falta muito para aprender. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A Felicidade só existe para quem consegue aproveitar agora os “frutos do seu trabalho”.

2ª) O que é imprescindível saber para se relacionar bem no ambiente profissional?
Que é melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Os elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

3ª) Quais as principais características de um profissional bem sucedido?
A determinação, a proatividade e, acima de tudo, o caráter.

4ª) O profissional do futuro será um individualista?
Pelo contrário, o azar será de quem ficar sozinho, pois se cair não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.

5ª) Qual a profissão do futuro?
É aquela que você abraça com toda a sua paixão, ou seja, “de todo o seu coração”. É aquela que o levará a ser reconhecido por homens ilustres e a conquistar a sua realização profissional, independentemente da área na qual você atue.

6ª) O que de fato é importante valorizar no decorrer da nossa trajetória profissional?
Valorize as pessoas, “os relacionamentos”. O seu maior patrimônio nesta vida são as amizades e os relacionamentos que você construiu.

7ª) O que é exatamente o sucesso?
É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, a sua riqueza e a sua desgraça.




Belas e sábias respostas...
Eu só queria que me perdoassem pelo fato de não existe nenhum Reynold Remhn, é um nome fictício. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas do livros de Provérbios e Eclesiastes, que fazem parte da Bíblia Sagrada. Seu autor é Salomão (971-931 a.C.).


Você deve estar curioso para saber em que textos da bíblia eu me inspirei para responder às questões colocadas, veja a seguir:

1ª) Disse então para mim mesmo: "Bem, eu sou muito mais estudado que todos os reis que meu pais já teve. Sou mais sábio e experiente e conheço mais sobre qualquer assunto". Por isso me esforcei bastante para ser sábio em vez de tolo - mas agora vejo que isso também era correr atrás do vento porque quanto mais eu aprendia, mais aflito ficava. Quem aumenta seus conhecimentos só aumenta sua tristeza ( Ec 1:16-18).

Então cheguei a esta conclusão: a melhor coisa que uma pessoa pode fazer durante a curta vida que Deus lhe deu é comer e beber e aproveitar bem o que ganhou com o seu trabalho. Essa é a parte que cabe a cada um (Ec 5:18).


2ª) Para quem sabe ouvir e colocar em prática, uma crítica sincera é valiosa como uma jóia de ouro puro (Pv 25:12).
Quem critica um homem acabará ganhando um amigo, mas quem faz elogios mentirosos será desprezado (Pv 28:23).


3ª) Quem se esforça ao máximo no trabalho chegará a ser chefe; quem é relaxado e preguiçoso nunca passará de um empregado qualquer (Pv 12:24).
O bom nome vale mais do que muita riqueza; ser estimado é melhor do que ter prata e ouro (Pv 22:1).


4ª) Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante (Ec 4: 9-10 RA).


5ª) Você conhece alguém que faz seu trabalho com cuidado e perfeíção? Em pouco tempo seu valor será reconhecido e ele será chamado para trabalhar para o rei (Pv 22:29 BV).


6ª) Não despreze seus amigos nem os amigos de seu pai. Uma boa amizade vale muito nas horas difíceis; se você tem um bom amigo próximo de você, não precisará depender de parentes distantes (Pv 27:10 BV).


7ª) O trabalhador pode ter pouco ou muito para comer, mas pelo menos dorme bem à noite. Porém o rico se preocupa tanto com as coisas que possui, que nem consegue dormir (Ec 5:12 NTLH).
Quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranqüilo a noite inteira (Pv 3:24 NTLH).


Fonte: http://rochaferida.blogspot.com

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ministração Thiago Grulha

Vale a pena meditar no que você vai ouvir neste video:

LINK YOUTUBE

É preciso deixar o Senhor DEUS curar as nossas feridas.

"Entrega teu caminho ao Senhor, confia nEle, e Ele tudo fará".
Salmo 37:5

terça-feira, 22 de março de 2011

O Perdão


O Perdão é uma virtude que Jesus nos ensinou. Ao lado do amor forma a essência do cristianismo e só é possível perdoar porque Ele nos perdoou; amar aos que nos perseguem porque Ele nos amou quando ainda éramos infratores. Não imputou a nós as nossas trangressões.

1) Os efeitos do perdão
a) Ao perdoar abrimos o caminho de acesso à Deus - Mc 11.25,26
b) Ao perdoar demonstramos que ainda existe amor - 1Co 13. 4-7
c) Ao perdoar derrotamos a Satanás - 2Co 2.10


2) A recompensa do perdão
a) Quando perdoamos somos perdoados - Mt 6.14,15
b) Quando perdoamos crescemos espiritualmente - Cl 3. 12-15
c) Quando pedimos perdão nos levantamos de forma sublime

Paulo escreveu aos Efésios: "Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia. Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." - Ef 4.31,32.

Perdoar não é apenas esquecer o mal recebido;
perdoar é anular a ofensa; é não sentir no ofensor um inimigo, mas uma pessoa com dificuldades pessoais. É não sentir-se ofendido, magoado, ferido pelo outro.

Uma boa maneira de estimular em nós a virtude do perdão é perseverar no exercíco do perdão.

1) Devemos perdoar os que nos perseguem e nos aborrecem - Mt 5. 43-48; Rm 12. 14,17.
2) Devemos perdoar sem reservas e sem limites - Mt 18.21,,22; Lc 17.3,4.

Uma das maneiras mais importantes de sermos semelhantes a Deus é perdoar as pessoas quando elas nos fazem algo errado. Deus nos perdoa sempre que estamos verdadeiramente arrependidos pelo erro que cometemos. Ele não conta o número de vezes que nos perdoa, apenas contínua a perdoar. O perdão de Deus aumenta Seu amor por nós.
Que Deus nos abençoe!

(Autor desconhecido)